
Erro grosseiro na cobrança do IPVA
A forma como o governo brasileiro (ao contrário dos paÃses desenvolvidos) trata o carro velho é um descaso com o meio ambiente e a segurança de todos. Ao se baixar o IPVA dos carros conforme eles ficam velhos (ao contrário dos PaÃses desenvolvidos que vão aumentando este imposto) está se estimulando o uso de material sucateado, poluidor e que não consegue se adaptar à s novas exigências que surgem todos os anos em termos de segurança e controle da poluição. A cada dia que passa os carros duram mais tempo. Não é justo um carro que polui muito (à s vezes cem vezes mais que os últimos modelos), que coloca a vida de seus passageiros em risco (sem air bags e outros itens de segurança), que coloca a vida dos pedestres em risco (sem freios ABS e sem carroceria frontal planejada para amenizar o impacto em caso de atropelamento) seja premiado a partir do 15º ano de uso com IPVA ZERO. É o contrário que deve ser feito: Carro novo deve ter IPVA baixo e a partir daà a cada ano de uso o IPVA deve ser crescente para estimular a renovação da frota e desestimular que verdadeiras carroças estejam em circulação. ZERAR nunca. IPVA não pode ser só pelo valor venal do veÃculo, tem que agregar o benefÃcio (ou tamanho do malefÃcio) que ele trás para o meio ambiente, para as estradas, para a saúde (em caso de acidentes) e até para o gasto de combustÃvel (os governos tem meta para diminuição do consumo de combustÃvel cada vez maiores).
Lauro Henrique Santos de Oliveira Lima
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Vice-Presidente do Conselho do FUNDEB de Fortaleza
Conselheiro Titular do Conselho de Educ. de Fortaleza
Presidente de ACEPEME - Associação Cearense de Pequenas e Médias Escolas
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SINEPE-CE – 2º secretário
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PASSEATA DOS CEM MIL –Eu estava lá